Era uma vez...
Um Aquário fechado em paredes rígidas
Alicerçadas pelos signos sem pé nem cabeça
Que desfilaram em seu zodíaco ainda por preencher
Tornando sua nova Era apenas vã filosofia
Mas, mesmo com todas as defesas e resistências
Aquariano não aceita solidão em companhia
Afinal, a carência é seu maior adjetivo astral
E, nem toda a sua intelectualidade em teoria
Conseguia convencer sua tamanha reclusão
Diante de todas as barreiras erguidas
Nada de roteiros falidos à mesmice
Longe em léguas de cotidianos em repetição
Nenhuma chance para futuros em contradição
Tudo a vista! Tudo a prova!
Aquariano gosta do desafio da diferença
O cara a cara sem contornos de meias palavras
Olhos esbugalhados na franqueza das atitudes
Lealdade sem medos ou preconceitos
Sem espaço para incertezas ao vento
Tempo que passa... Tempo que amadurece...
Enfim, o Aquário encontra sua balança
Nos pesos de uma bela e desconfiada libriana
Libra de antigas paqueras em único ângulo
Apenas no prisma do aquariano em admiração
Mas tudo tem seu momento em simples contexto
Nada é por acaso, até porque o acaso em nada consiste
Chegou a hora de fazer desta Libra algo especial
Mulher e menina que fazem jus a sua natureza zodiacal
Literalmente, delineada em seu pulso por pulsar
Libriana convicta em seu idealismo peculiar
Ao mesmo tempo, louca por braços que a suporte
Diante de suas inseguranças e receios a dar e vender
Muito bem maquiados em sua expressão segura
Firme em seu contraponto necessário
Libra e Aquário em rendição ao puro sentimento
Negativos que se curvam diante dos positivos
Signos opostos em perfeita sintonia
Longe dos paradigmas astrais do certo ou errado
Conquistas diárias em entrega à sutil e ardente paixão
Nada mais de incertezas seja qual for o vértice
Apenas certezas quaisquer sejam as estações
Roteiro por escrever o "Felizes Para Sempre"
Ao aquariano, os pesos... À libriana, os braços...
Ao Zodíaco, um novo Amor...
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